Porque "Critica Assinada"?

"Crítica – a palavra crítica (do grego crinein) significa separar, julgar. A crítica é uma avaliação que julga o mérito estético de uma obra de arte, a lógica de um raciocínio, a moralidade de uma conduta etc.

Normalmente, mesmo que seja muito respeitado, o crítico não pode apresentar uma avaliação puramente subjetiva, mas deve embasar sua opinião com determinados aspectos objetivos. Isso é importante, porque alguns críticos de renome podem levantar ou arruinar carreiras artísticas com suas avaliações, e devem usar esse tipo de poder com critério e seriedade."

Mas não faz sentido criticar no anonimato. Sejamos francos, a Assinatura é o único elemento que da a um texto credibilidade e validade. Portanto o único modo real de expressar sua opinião de uma maneira válida não é do jeito que todos podem fazer, mas do jeito que poucos podem, colocando o seu nome em jogo.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

É com muita tristeza que faço esse breve post pedindo desculpas por não ter feito nenhum post recente... Não que valha de alguma coisa as minhas desculpas, mas eu quero um post decente. Eu poderia ter colocado qualquer coisa que viesse a cabeça, mas não quis por um motivo simples: Não quero me arrepender depois de ter escrito qualquer coisa. Para entrete-los pela próxima semana eu vou passar algumas coisas interessantes para quem quiser. Aproveitem.

Esse baterista é um dos meus exemplos de músico. Começou a tocar em 2002 (8 anos atrás) e nunca teve aula com ninguém... Hoje é patrocinado por todas essas marcas, e sabem porque? Porque ele toca muito!


Uma caneta em fase de criação, se não me engano, mas com alguns problemas técnicos. Coloquei ela aqui justamente por que o exercício que ela nos poupa é justamente aquilo que devemos evitar como artistas. Nós não queremos as cores verdadeiras na maioria das vezes porque ela não é uma só... Os artistas produzem obras nunca pensando na cor usada, mas na cor final porque a cor final, em todas as coisas no mundo, não é só pigmento, mas luz também, ou seja, para reproduzir uma situação você não pode se apegar a uma cor, mas sim ao seu sentido de artista.
Uma coisa interessante, mais para a parte de tecnologia, são os comentários de que essa caneta não é possível com a nossa atual tecnologia.
"Bem, é verdade que os cartuchos RGB - sistema de cores vermelho, verde e azul - não funcionam em todas as situações (pense por um momento, como você pode misturar uma cor como amarelo?). Os cartuchos CMYK - sistema de cores ciano, magenta amarelo e preto - fazem mais sentido, mas ainda tem alguns problemas. Imagine que você quer criar um magenta claro. Ok, você injeta apenas tinta do cartucho magenta, mas como você cria um magenta claro e não um totalmente de cor magenta? A única maneira que eu imagino é de se trabalhar com um quinto cartucho com tinta transparente para que você possa adicionar pequenas gotas de transparente ao magenta para criar o magenta claro. Eu não sei se tal dispositivo pode ser criado no espaço limitado de uma caneta. Não é exatamente como uma impressora de tinta. A impressora lança gotas minúsculas de tinta sobre o papel que geram o efeito visual das cores desejadas, mas este dispositivo deve gerar continuamente um mistura homogênea de tinta e deve ser pronto para gerar uma mistura diferente assim que você digitalizar uma nova cor, então o que ele faz a tinta antiga ainda no depósito? Tem que ser um depósito muito pequeno e você provavelmente tem que fazer algumas linhas em um papel até que a nova cor flua limpa. Mas Imagine uma impressora, tire todas as partes que movem, o papel para dentro e para fora e a cabeça de impressão da esquerda para a direita. Basta manter a cabeça de impressão, cartuchos de tinta e os circuitos. E você tem que fazer caber tudo isso em uma caneta, incluindo as baterias!
Um dispositivo que faria mais sentido, é simples para produzir e ainda muito útil para artistas digitais seria um apanhador de cor com uma interface USB para usar com programas de pintura. Imagine se você pudesse apontar para um objeto e usar a sua cor no programa ou ainda melhor para os ilustradores:
você pode apontar o dispositivo para um ubjeto e determinar qual cor pantone e a que se encaixa melhor para ser usada no design. Ou apontar para um objeto anteriormente concebido e determinar a cor pantone mais próxima para utilizá-la em suas imagens corporativas."

Talvez eu coloque mais coisas durante a semana, sites que eu for descobrindo e informações interessantes, mas é basicamente isso.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Para entender melhor a música.

Lendo uma idéia que encontrei por ai vagando em um website (Ouvido Absoluto) eu encontrei algo interessante, que eu já planejava falar aqui nesse post, mas até então eu ia falar como experiência própria. O que eu li foi: “quando se ouve uma música, o ouvido envia o som não apenas para regiões especializadas do cérebro, mas também para o cerebelo, que se ‘sincroniza’ com o ritmo da música, tornando possível acompanhar a melodia. Levitin diz que parte do prazer da música é o resultado de uma espécie de jogo de adivinhações: o cerebelo tenta prever a próxima batida. Se acerta, ótimo. Melhor ainda se é surpreendido por uma mudança no ritmo, pois o cerebelo parece ter prazer no processo de sincronização.” (Fonte: Rosana Zakabi - Revista Veja, edição 1990, de 10/01/07)

O que faz você gostar de uma musica ou não, portanto, é o prazer que você tem com ela. De acordo com esse mesmo site a musica ativa regiões do cérebro que também são acionadas por um bom jantar ou até uma noite de sexo. Não sei quanto a ultima, mas com certeza, uma boa refeição é tão agradável como música.

É visto que até certo ponto esse autor está certo, todos nós tentamos sempre achar um ritmo interno, o que nos identifica com uma musica. Por isso que temos a tendência de ficar com uma musica chata na cabeça, porque ela tem algo marcante em seu ritmo ou até porque o seu cérebro se acostumou com esse ritmo para alguma tarefa e então ele se lembra dessa musica, armazenada em um compartimento recente do cérebro, para manter aquela função dentro do compasso.

Mas não vejo só esse motivo para nós gostarmos de música. As pessoas amam musica porque vêem nela algo com que se identificam, e então entramos na questão social da música. A música pode ter um ritmo bom para caminhar, mas se não tem letra ou se é repetitiva demais, ou se tem um som muito alto, ou se é de um estilo que te desagrada, ou se foi feita por um cantor que você não gosta, ou até se a letra não for do seu interesse pessoal você não vai apreciar a música. Algumas dessas características podem ser explicadas fisicamente, o som alto maltrata o tímpano, por exemplo, mas não podemos levar só na biologia, porque algumas pessoas, socialmente falando, gostam de sofrer não se importando com a altura do som só porque ama aquela música ou aquele artista.

A final de contas, você pode gostar da música por diversos motivos, mas o que une todos eles é o fato de que todas foram feitas por um(a) ou mais artistas por um mesmo motivo: Fazer algo prazeroso para alguém, seja esse alguém ele mesmo, Deus, seus amigos, sua namorada e até fãs.

Portanto chegamos ao meu ponto crucial do texto: Para fazer música não adianta ter bom ritmo e ter uma péssima letra ou um bom arranjo sem uma voz decente... Fazer músicas não é um trabalho fácil! É trabalho de artista, porque é sempre necessário revisitar sua obra no intuito de aperfeiçoá-la, é necessário também uma grande vontade de deixá-la perfeita, assim como é bom ter mente aberta para uma nova mudança, saber mudar sempre para não tornar a coletânea repetitiva e saber usar todo o seu conhecimento sem exagerar.

É, pouca gente hoje sabe fazer música de verdade. Por isso vou deixar uma dica, se pergunte as seguintes questões quando você estiver a pondo de fazer uma música: o que a minha musica vai ser? (Respostas plausíveis: vai ser uma musica para: dialogar com outra musica; abordar um tema conhecido de uma forma original; abordar um novo tema nunca tratado; ser uma paródia ou até expressar uma sensação com uma opinião – Todas as outras respostas devem ser cuidadosamente filtradas, porque se você disser “vou fazer essa música para ganhar dinheiro!” Você pode até ganhar dinheiro, mas você não está fazendo arte) Para quem é essa música? (Se você não for mostrar essa música para alguém ela não é uma obra de arte musical, ela é só uma musica que pode ser esquecida facilmente, o que não é o seu objetivo, certo?).

Bom, mas é importante também lembrar que forma é conteúdo e conteúdo é forma. Se você vai fazer uma musica que fala sobre amor, por favor não faça um rock pesado e depressivo sobre ela, a não ser que seja uma paródia, uma das poucas e raras exceções. Também tem a questão do arranjo. Já me disseram, quanto menos, mais. Ou seja, você não precisa de cinco instrumentos tocando a mesma nota para entender essa nota. Por favor, não agrida os tímpanos dos seus ouvintes e redistribua os instrumentos usados na sua música de forma inovadora e que represente o seu estilo. Mais uma coisa, importante. Você não está preso a um estilo único ou a um arranjo típico, para todas as músicas. É importante saber usar arranjos diferentes para temas e públicos diferentes, novamente forma é conteúdo e conteúdo é forma.

Só para terminar eu digo que sou eclético, sim, mas tenho meus filtros. Não ouço axés, musicas românticas feitas por bandas de adolescentes, não ouço funk, não ouço samba (com exceção aos sambas de antigamente e bandas como Numismata que trazem uma mensagem com objetivo, desde retratar a sua vida cotidiana até fazer uma crítica política), ou seja, vocês podem perceber que o meu critério de seleção para músicas é muito abrangente, tanto é que eu não ouço as musicas da moda, só fiquei sabendo quem era a Lady Gaga quando assisti MTV (que eu quase nunca assisto). Não se surpreendam então com o meu jeito de tratar a musica, porque eu tento ser um artista e ser detalhista com os meus desenhos e musicas... Essa é a mensagem que eu quero passar.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Conhecer para dominar, desconhecer para insultar.

Bom, existem também criticas de arte de caráter político... Não se assustem, mas eu sou até certo ponto esquerdista... É um pouco da alma do artista, talvez A parte da alma do artista, que eu tenho. Digo isso porque, como vemos na história da arte e na história em geral, no sistema material proposto por Marx, temos a dialética de movimentos. Podemos dizer que a História da arte é uma história que segue quase paralelamente, se não completamente paralela, a história política, porque tudo que acontece com a humanidade é parte da história, mas também faz parte da arte das pessoas da época.

Por isso creio que podemos sim dizer que em cada período temos dois ou mais movimentos, que podemos chamar de movimento regente, que está regendo o período como movimento intelectual principal, e o revolucionário, que é sempre contra o movimento regente do período. Para Roma, o movimento regente, os bárbaros, revolucionários; para a igreja católica barroca, regente, temos os protestantes, revolucionários; para o regime francês, regente, temos a revolução francesa, revolucionária; etc.

Bom, isso na história, mas, como eu disse, a história da Arte segue imediatamente as pessoas da época. Por exemplo: A igreja católica tinha um certo tipo de arte, a arte Gótica. Com o advento do protestantismo surge duas vertentes de arte, a arte barroca ligada aos católicos, regentes, que pintavam basicamente pinturas tristes (por causa da depressão que esses paises passavam por causa do catolicismo) para a igreja; e a arte barroca ligada à igreja protestante, arte que já começava a visar um certo mercado consumidor de comerciantes e governos, só neste momento que começa a surgir a pintura acadêmica. Eu não quero perder muito tempo de leitura sua simplesmente na ampliação do seu conhecimento de história da arte neste texto, isso foi só pra provar que a arte é dividida, basicamente, em dois movimentos (que, não se enganem, podem ter várias vertentes...): O movimento a favor do modelo atual de produção artística e ideal e o movimento revolucionário, que, em alguns casos, só tentam quebrar o movimento regente de uma única maneira, ou de mais de uma, como no caso do modernismo onde tínhamos diversas vanguardas.

Atualmente, vamos analisar, os artistas regentes são os artistas movidos pelo capitalismo. Venda e produção em massa, claro que isso já foi muito mais forte com a Pop Art, mas eu só vejo músicos hoje não pela musica, mas pelo dinheiro dos patrocínios, vejo os artistas fazendo trabalhos virtuais onde a sua criatividade é totalmente limitada. Não vejo muito problema em um mercado, mas existem coisas que precisamos esclarecer, não é só que você espirrou em um quadro e envernizou que você é um artista! Eu sei que isso é uma coisa completamente diferente, mas o que me incomoda é que os verdadeiros artistas não respeitam a lógica do mercado da mesma maneira que os capitalistas disfarçados de artistas, por isso pessoas que não tem formação nenhuma como artistas assumem esse papel de artista capitalista. Alguns, uns 10%, tem talento e conseguem prosperar, mas vemos, infelizmente que eles não procuram entender o que fazem da mesma forma que os verdadeiros artistas.

Bom, então eu chego a uma conclusão. A verdade é que o movimento que predomina hoje é o movimento capitalista de produção de arte para a venda, arte totalmente reproduzível e inteligível para as massas. Não temos , feitos por esse movimento, filmes com idéias extraordinárias, musicas inovadoras e com escalas lindas, quadros equilibrados e feitos com inspiração. Enquanto isso os verdadeiros artistas, que se encontram isolados por estilos e nacionalidades, perdem espaço para esse grupo de incultos que só sabem o mais simples do mais simples: O seu contexto presente... Que também é uma característica dessa nova modalidade de artistas. Todos são jovens, bonitos, fazem muito dinheiro e vivem como se fosse o último dia.

Bom... Então eu me pergunto: onde eu posso encontrar esses artistas clássicos, no sentido de intelectuais e cultos, no meu meio? Onde encontro um movimento preocupado em formar artistas que sabem o que foi o Renascimento? Onde encontro músicos que sabem ler partitura e sabem escalas para improvisação? Onde encontro arquitetos que sabem o que é a idéia de iluminação superior, presente no gótico? Porque não existe uma unidade entre essas pessoas? Não somos um movimento de um só, temos que saber que não lutamos por uma causa particular porque a retomada de valores e objetivos como o conhecimento de nossa história da arte é um dever de toda pessoa, todo artista, todo cidadão verdadeiramente preocupado com uma cultura que não se preocupa só com a quantidade de carros o indivíduo possui.

Bom, isso me lembra uma situação descrita pela minha professora de português onde Oswald de Andrade encontrou com um poeta que fazia versos livres e brancos muito bem, pra quem não sabe versos livres são versos sem metrificação regular (não vou explicar isso...) e versos brancos são versos sem rima (os dois são propostas do modernismo – ler o manifesto da Poesia Pau-Brasil – que vinha quebrando com o realismo e naturalismo – no caso da poesia o parnasianismo) mas esse poeta não sabia fazer o que o parnasianismo propunha, versos decassílabos e com rima, típicos do parnasianismo. Quando respondeu a Oswald que não sabia fazer os mesmos ele recebeu uma repreensão: “Você precisa saber fazer versos metrificados e rimados, porque os versos brancos e livres são muito mais difíceis...”.

E então vê-se. O Brasil regrediu tanto assim? Hoje em dia saber o que se passou não é mais valorizado… História virou uma matéria dispensável, mas o que verdadeiramente faz você ser um homem hoje é conhecer o passado. Porque a arte de hoje é baseada em citações e referências, sem elas você é um artista morto. Então, Governo, invista em educação artística de um modo completo, isso é, pelo menos invista em educação artística. E nós, artistas, devemos fazer as nossas partes encorajando instituições de ensino da arte e participando do mercado com a nossa capacidade de dialogar com o passado, sem se esquecer que vocês não estão sós, não há nenhum artista verdadeiro que discorde:

Precisamos conhecer o passado para escrever o futuro.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Mark Crilley

Bom, como meu primeiro post eu gostaria de mostrar pra vocês que Arte pode ser feita por você, por mim e por qualquer um, mas sim, quem tem um treinamento tem uma vantagem muito grande.

O Artista que eu quero falar hoje foi um artista que mesmo de longe é um dos meus favoritos pelo seu trabalho com os fãs e técnica. Markcrilley é um respeitado desenhista de quadrinhos que, embora desenhe somente no estilo japonês, fez uma opção pelo estilo, sendo ele americano.
Em seus vídeos conta que durante a faculdade estudou desenho Acadêmico (perspectiva, anatomia e etc.) inclusive mostrando alguns de seus desenhos antigos nos videos.
O que impressiona, a princípio, é que sua trajetória recente pode ser acompanhada por seus fãs de perto. Como forma de divulgar o seu trabalho, ele acabou entrando profundamente, com toda a sua técnica e gosto, num ramo de divulgação ainda não tão explorado. Ele começou a publicar videos no YouTube com o título "How to draw..." que quer dizer "Como desenhar..." como forma de atrair artistas amadores e fãs curiosos para videos que ensinam as suas técnicas de desenho. Sua técnica e seu estilo de desenho de quadrinhos japoneses, chamada de Manga, chamam a atenção por terem influências de grandes autores de Manga, como Tite Kubo, Yoshihiro Togashi entre outros, mas ao mesmo tempo ele propõe métodos alternativos. (Propõe, por exemplo, para especificar um pouco, colocar em, alguns desenhos, cor antes de passar o contorno com caneta Nankin - meio incomum, mas com o objetivo de ressaltar a cor - além de também propor a utilização de diferentes materiais - como aquarela, marcador e lapis de cor em um único desenho).
Além de sua técnica o que mais chamou a minha atenção é o fato de que ele procura agradar ao público. Responde perguntas no Twitter e ainda posta videos com uma espécie de FAQ (Frequent Asked Questions) que ele chama de "Message to my Subscribers" onde ele desenha e responde perguntas ao mesmo tempo. Toda essa relação Artista-Fã é muito incomum. Por isso ele é um exemplo para mim como artista e pessoa.
Sugiro que dêem uma olhada nos link do texto e no trabalho mais recente dele: "Brody's Ghost", que, a propósito, ainda está em andamento e essas prévias que ele coloca na internet são justamente mais um exemplo de trabalho com os fãs que ele tem.
Para não deixar de analisar nenhum trabalho dele nessa postagem eu vou propor que vocês assistam o vídeo chamado "100 Ways to Draw Manga Eyes". A principio parece fácil, mas eu mesmo tentei, inspirado por esse vídeo, desenhar 100 olhos, e ainda de tamanhos realmente pequenos, e desisti.
Vemos que requer muita prática e muitas referencias, no sentido de conhecimento geral de obras, para fazer o que ele pretende.
Vemos em alguns olhos a utilização de lápis, em outros de caneta nankin, em outros é usado aquarela, e ainda lápis de cor, demonstrando aquela variedade de técnicas já mencionada antes por mim. Mas não é só a variedade de materiais, ele usa hachura e sobras enfumaçadas, por exemplo. Sua Anatomia é perfeita e suas referências precisas. (Vemos as referências nos numeros 18, 19, 20 - Tite Kubo - 51 - Takeshi Obata - 57, 58, 59, 60 - Akira Toriyama - 71, 72 - Masashi Kishimoto - 76 - Osamu Tezuka - 78, 97 - Hiromu Arakawa - 100 - Ele mesmo... Isso só dos que eu tenho certeza... Porque acho que todos tem uma referência).
Sei que não deveria mostrar preferência por algum, porque todos são muito bons, mas os meus preferidos são os numeros 29, 30, 46, 47, 97, 98, 99 e 100. Adivinha porque? Bom, esse primeiro post foi uma experiência, espero bons resultados. Talvez semana que vem, ou ainda antes se os compromissos não apertarem, eu volte com mais uma Crítica Assinada.